Aguarde...Custos de obra sobem e puxam valorização de novos e usados.
O custo para construir imóveis no Brasil segue em alta em 2026 e já impacta diretamente quem pretende comprar. Os dados confirmam esse movimento: o INCC-M, principal índice da construção civil calculado pela Fundação Getulio Vargas, acumula alta de 6,28% nos últimos 12 meses.
Um dos principais motivos é o crédito mais caro. Com os juros elevados, tanto construtoras quanto consumidores enfrentam mais dificuldade para financiar, o que reduz o ritmo de novos projetos e encarece o mercado imobiliário.
Além disso, materiais de construção e mão de obra continuam pressionando os custos das obras, com aumentos em itens importantes da construção civil, o que impacta diretamente o valor final dos imóveis.
Para o consumidor, o efeito aparece principalmente nos imóveis novos e lançamentos, que tendem a repassar parte desse aumento ao preço final.
Esse cenário também impacta os imóveis usados e prontos. Com os lançamentos mais caros, muitos compradores passam a buscar imóveis já prontos para morar, aumentando a procura e contribuindo para a valorização desse segmento.
Outro fator importante é que imóveis usados permitem evitar reajustes de obra e custos variáveis durante a construção, algo que hoje pesa mais no planejamento financeiro de muitas famílias.
O contexto econômico ainda exige cautela. Com inflação persistente e juros elevados, o mercado imobiliário segue operando em um ambiente de maior pressão sobre custos e crédito.
Em resumo:
O custo da construção acumula alta de mais de 6% nos últimos 12 meses, pressionando os preços dos imóveis. Com isso, tanto lançamentos quanto imóveis usados tendem a ficar mais caros, enquanto o crédito mais difícil exige mais planejamento do comprador na hora de investir.
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